sexta-feira, 25 de novembro de 2016

em um mês de fevereiro de um ano incansavelmente surpreendente

Você me pediu perdão, mas não me perdoou. Me deu a mão, mas soltou assim que me enxergou. Eu doía em você? Eu gostaria de escrever sobre tudo que aprendi em alguns anos. Eu queria escrever como aprendi a amar. Eu conheci pessoas definitivas para mim e gostaria de escrever sobre elas. Uma em especial. Eu gostaria de contar que hoje elas fazem parte dos meus sonhos. Já ouviu dizer que nos sonhos a gente verdadeiramente encontra? Um medo, uma melancolia, um disfarce. Acordo. Já vou distante. Quando eu sair daqui, você chega. Carrego vários sentimentos, mas esperança e passado não se acertam.

Com a chave na mão, 
quer abrir a porta,
não existe porta.

(E agora, José? – Drummond)


Nenhum comentário: