domingo, 27 de novembro de 2016

Estado de poesia




De enganos livres que eu tinha porque queria
Por não saber que mais dia menos dia
Eu todo me encantaria pelo todo do seu ser

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

em um mês de fevereiro de um ano incansavelmente surpreendente

Você me pediu perdão, mas não me perdoou. Me deu a mão, mas soltou assim que me enxergou. Eu doía em você? Eu gostaria de escrever sobre tudo que aprendi em alguns anos. Eu queria escrever como aprendi a amar. Eu conheci pessoas definitivas para mim e gostaria de escrever sobre elas. Uma em especial. Eu gostaria de contar que hoje elas fazem parte dos meus sonhos. Já ouviu dizer que nos sonhos a gente verdadeiramente encontra? Um medo, uma melancolia, um disfarce. Acordo. Já vou distante. Quando eu sair daqui, você chega. Carrego vários sentimentos, mas esperança e passado não se acertam.

Com a chave na mão, 
quer abrir a porta,
não existe porta.

(E agora, José? – Drummond)