segunda-feira, 11 de maio de 2015

"O que a memória ama fica eterno.”



Hoje lembrei de você. Foi um dia carinhoso, de homenagens às mulheres, às mães, mulheres, na sua maioria, estereotipadas amáveis e, pelo que percebi, nos relatos que li na rede, são elas as donas das forças que transformam, acolhem, fazem crescer. Imagina tanto poder dimensionado e acreditado no campo além do privado? Mães ou não mães. O sentido de ser amável independe de gerar um filho. Afetividade se tem com empatia, amor, carinho vindos de pessoas dispostas. É assim que te vejo, como essa mulher. É assim também que lembro de você. Eu lembro de você nesses dias porque meu coração tem uma memória tão afetiva das suas falas, da sua disposição, dos seus conselhos, das suas ligações e das imensas e intensas trocas que vivi ao seu lado, – ou no tempo que você esteve por aqui, me acolhendo, me transformando, ouvindo os meus sonhos. Porém, eu te lembro também quando a vida aperta pra mim, quando as frustrações batem à minha porta. Ou o mais sincero seria dizer que elas não só batem à porta, mas estão dentro da casa toda? Ainda não dei o passo necessário, e, por isso, se você estivesse aqui, não se orgulharia de mim. Então, não podemos voltar a nos falar, porque eu não sou uma pessoa melhor. Se o que me machuca ainda é tão latente nas coisas que faço, vivo, convivo, não sou melhor. O que eu queria dizer mesmo agora é dessa memória...



segunda-feira, 4 de maio de 2015


Entre o enjoo de pessoas e o encanto por outras. Sabia que existem pessoas aconchegantes?