quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

"Eu escrevo e te conto o que eu vi e me mostro de lá pra você..."


Embora algumas palavras, existia uma multidão que se calava. Admirava-o. Amava cada instante que viveram e dava a ele o lugar que nunca deu a ninguém. E ela o fazia com ternura. Ela não sentia vergonha da sua nudez, e nem do tempo que era uma constante, ela não se envergonhava da sua suposta vulgaridade, e ela achava lindo o ato em si. Ela amou os dois corpos nus que faziam amor. 


Painting: Audrey Kawasaki




uma parte linda de um texto completo 
que não pôde sair da gaveta.

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