segunda-feira, 20 de abril de 2009

não pode esperar.

e foi um vento de esperança
que bateu minha porta
eu não sabia por isso não lhe disse nada
pensei que teria tempo
de sentar, se ajeitar, sentir o gosto do descanso
mas como todo vento que balança
chegou, me balançou
e se foi.
era uma esperança de amor.
E vem depressa, passa como passa...
o pássaro.


[Juliana Freitas]

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